O Palacete Ângelo Naghettini, Patrimônio Histórico Municipal de Uberlândia tombado pela Lei n. 10.230 de 03 de abril de 2006, é uma bela e excêntrica construção que demonstra os projetos arquitetônicos que estavam sendo implementados nas terras da atual Uberlândia no início do século XX.
O Angelo Naghettini inspirou na arquitetura de Veneza com sacadas e o solar.
Construído entre 1925 e 1927, esse imóvel empregou tecnologia inovadora, novos materiais no acabamento e mobiliário, além de cimento e ornamentos importados. Somado a essas inovações, o Palacete Ângelo Naghettini era, na época de sua construção, o mais alto da então cidade de Uberabinha. Essas características fazem com que o edifício marque o início das construções no espaço urbano de Uberlândia, que ficou conhecido como “Cidade Nova”; projeto arquitetônico do engenheiro inglês James John Mellor nos fins do século XIX, que compreendia a área que tinha início na praça Clarimundo Carneiro, indo até a Estação da Mogiana.
Situado na atual Av. Afonso Pena, entre os nº 51 e 56, esse Palacete foi projetado com três pavimentos para abrigar, no primeiro deles, o estúdio de fotografia e a residência da família do Sr. Ângelo Naghettini; sótão e um mirante (durante algum tempo utilizado como estúdio fotográfico) no terceiro pavimento, além de cômodos comerciais no térreo. Nesse espaço comercial funcionaram outros empreendimentos do Sr. Ângelo, tais como empresa funerária, óptica (a primeira da cidade), loja de joias e fábrica de molduras de quadros e espelhos (também a primeira da cidade).
Depois da morte do Sr. Naghettini, em 1970, a divisão dos cômodos do térreo foi alterada e eles foram alugados para novos estabelecimentos comerciais. O primeiro e o segundo pavimentos permaneceram desocupados até 1983, quando o imóvel foi vendido ao Sr. Vitório Siquierolli, que redividiu esses ambientes e os transformou, também, em espaços comerciais. Posteriormente, esse empreendedor adquiriu o terreno da lateral esquerda, onde construiu um estacionamento para as lojas. Em 2000, todo o edifício foi reformado
sábado, 9 de abril de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Palacete Tenuta Pandolfa
Construída para a eternidade", segundo o poeta Giosuè Carducci, ganhador do Nobel de literatura em 1906. O escritor italiano, um amante dos clássicos e que pregava um retorno às antigas tradições literárias, contrapondo-se ao romantismo, especialmente em sua juventude.
Não à toa, homenageou Dante em diversas obras. A frase do início foi dita em uma de suas visitas à Villa Pandolfa, de propriedade da família do marquês Andrea Albicini. O palacete, conhecido agora como Tenuta Pandolfa, foi construído entre 1731 e 1754 a pedido do marquês na comuna de Fiumana, atualmente Predappio, na região da Emilia-Romagna.
O nome vem de um fato ocorrido em meados do século XV, quando o poderoso líder militar Sigismondo Pandolfo Malatesta, conhecido como o "Lobo de Rimini", acampou lá durante muito tempo durante o cerco ao castelo de Fiumana.
Estilo
Suntuosa e elegante, a Villa Pandolfa era a casa de campo da nobre família Albicini. Com o estilo arquitetônico da Romagna, o portentoso palacete, com quatro andares, fica acima de uma colina e é cercado por diversos enfeites, como fontes estampando esculturas clássicas e jardins bem cuidados.
Internamente, o classicismo também toma conta, com detalhes nas escadarias e afrescos encomendados a Palmezzano, Cagnacci, Cignani, entre outros artistas. O mobiliário acompanha a tendência, com peças que compõem com os altos e largos salões, assim como quartos.
Não à toa, homenageou Dante em diversas obras. A frase do início foi dita em uma de suas visitas à Villa Pandolfa, de propriedade da família do marquês Andrea Albicini. O palacete, conhecido agora como Tenuta Pandolfa, foi construído entre 1731 e 1754 a pedido do marquês na comuna de Fiumana, atualmente Predappio, na região da Emilia-Romagna.
O nome vem de um fato ocorrido em meados do século XV, quando o poderoso líder militar Sigismondo Pandolfo Malatesta, conhecido como o "Lobo de Rimini", acampou lá durante muito tempo durante o cerco ao castelo de Fiumana.
Estilo
Suntuosa e elegante, a Villa Pandolfa era a casa de campo da nobre família Albicini. Com o estilo arquitetônico da Romagna, o portentoso palacete, com quatro andares, fica acima de uma colina e é cercado por diversos enfeites, como fontes estampando esculturas clássicas e jardins bem cuidados.
Internamente, o classicismo também toma conta, com detalhes nas escadarias e afrescos encomendados a Palmezzano, Cagnacci, Cignani, entre outros artistas. O mobiliário acompanha a tendência, com peças que compõem com os altos e largos salões, assim como quartos.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Ouro o melhor investimento para 2011
Depois de fechar 2010 na posição de melhor investimento do ano, passando a Poupança de 6,9% e CDB que ficou entorno de 7% a 9%, o ouro promete seguir como uma ótima opção para os investidores ao longo de 2011. Pelas previsões de vários analistas, em 2011, o grama deve atingir a cotação de mais ou menos R$ 100, ficando com alta de 25% até o final do ano, o que significa que será um ótimo período para quem investir em ouro.
Vantagens e desvantagens
Por ser considerado uma reserva de valor e por ser aceito em todo mundo, o ouro é visto como um investimento seguro em épocas turbulentas. Além disso, como já disse o especialista da Ourominas, a escassez do metal, por conta dos problemas que a extração causa ao meio ambiente, faz com que o preço da commodity suba, pois a oferta é menor do que a procura.
Essa escassez, no entanto, pode ser vista também como uma desvantagem, pois o preço pode ser manipulável.
Independentemente de vantagens e desvantagens, é necessário que a pessoa conheça e entenda o mercado antes de aplicar.
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